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A história de um pioneiro da alimentação vegetal

Corria o ano 1853 e dois amigos do norte de França, Louis-Antoine Bonduelle e Louis Lesaffre-Roussel, juntam-se para criar uma destilaria de álcool de cereais e zimbro. Se tivéssemos dito a estes dois homens que a aventura em que estavam a embarcar iria durar mais de cento e cinquenta anos e que o nome da Bonduelle seria famoso da Normandia até aos Urais, teriam acreditado? De certeza que não.

Comecemos pelo princípio.

Capítulo 1: Da destilaria às ervilhas

Estamos em 1862, em Renescure, uma localidade francesa situada na fronteira entre o Norte e Pas-de-Calais. Renescure é o berço do negócio familiar onde os dois sócios compram uma quinta e algumas terras para criar uma destilaria de álcool de cereais e zimbro, um estábulo para o gado e uma fábrica de malte. Já em 1926, os irmãos Pierre e Benoît Bonduelle transformam um estábulo abandonado numa oficina de conservas e produzem 90 000 latas de ervilhas. Após a guerra, o negócio das conservas dos Bonduelle começa a ganhar muita popularidade. Tanta popularidade que lhes tiram as latas de conserva das mãos. Em 1947, chega a consagração: nasce a marca Bonduelle, uma marca que se afirma desde esse momento como pioneira na alimentação vegetal.

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